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Notas & Notícias:
O início do ano.
- O ano de 2009 (comercialmente) tem seu início nesta segunda feira.
Novas metas devem ser traçadas e superadas, o ideal para metas e objetivos
particulares (as empresas já fazem isto) é que se faça
uma lista com a qual possamos acompanhar durante todo ano o nosso desempenho,
seria uma espécie de termômetro no qual iríamos acompanhando
e corrigindo, caso necessário, o rumo de nossa embarcação.
- Nosso site já inicia o ano mais interativo, está sendo disponibilizado
no final da página inicial o “Espaço Livre” que é
mais um canal para que todos possam ser leitores e ao mesmo tempo autores do
site, ler o conteúdo ao mesmo tempo em que se gera e publica novos conteúdos.
No mais, eu desejo a todos vocês um ótimo ano novo.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2009/01/02 |

As novas tendências de consumo.
Segundo alguns especialistas o consumo visto de maneira global deve passar
por significativas mudanças durante o ano que se inicia. São apontadas
tendências como o neofrugalismo, no qual os consumidores cada vez mais
comedidos e no intuito de economizar, por exemplo, podem adquirir tevês
de plasma e alimentos congelados entre outros, visando reduzir seus gastos com
saídas e programas fora de casa, pensando assim estarem economizando.
O certo é que devemos, como formadores de opinião, incentivar
o consumo. Se o consumo mantiver a media atual, a tendência do mercado
é de crescimento. Portanto viva o otimismo e viva o consumo em 2009.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/12/26 |

PROMOÇÃO MAL EXPLICADA GERA DESCONFIANÇA
Cliente não entende o que é grátis
Fonte: "O Globo" por Luciana Casemiro
A palavra grátis é, sem dúvida, uma fórmula certeira
quando o objetivo é chamar a atenção do consumidor. A estratégia
funcionou perfeitamente com Rafael Menezes. No supermercado, foi atraído
à prateleira do suco Ades pelas embalagens que destacavam, em vermelho
e amarelo, uma promoção: "Grátis 150ml".
Ao olhar a embalagem mais de perto, no entanto, o que passou a chamar a atenção
do consumidor foi o fato de o volume total de suco ser o de sempre, um litro:
— A embalagem tradicional já tem 1.000 ml. Então, como
pode haver 150 ml grátis?
Finalmente, encontraram uma forma de reduzir o tamanho sem ter de admitir
o ato e, muito menos, reduzir o preço. O que parece é que a Unilever
vai chegar um dia e dizer: "Bom, já fui boazinha demais. Vou acabar
com a promoção. A partir de hoje a embalagem tradicional vai passar
a ser de 850ml. Pelo mesmo preço cobrado anteriormente quando a caixa
era de um litro". Menezes resolveu fazer as contas e informa que, se isso
acontecer, o consumidor irá desembolsar 11,15% a mais.
A Unilever esclarece, no entanto, que não houve alteração
de preço, quantidade ou tamanho do produto Ades. A empresa diz que, em
caráter promocional, está oferecendo ao consumidor um litro do
suco pelo preço de 850 ml. seja, o benefício da oferta está
no preço, com desconto de 15% negociado com os comerciantes que repassam
a redução ao cliente. E não na quantidade. Só faltou
informar ao consumidor que era essa a vantagem.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/12/15 |

O contagiante otimismo e o epidêmico entusiasmo.
Podemos acreditar que nosso cliente espera por um determinado preço
ou produto. Os pessimistas, por outro lado, acreditam que este mesmo cliente
não espera por nada.
Muitas vezes o cliente não espera por preços e muito menos está
desacreditado nas vendas:
- Ele espera por alguém que o contagie, que fale como o mercado está
reaquecendo, como as vendas estão aumentando etc. E é nestes momentos
que o valor agregado do serviço de venda e representação
é reconhecido, centavos e fretes entre outros, passam a não ter
tanta importância e o negócio flui com muito mais facilidade.
Vamos sair para o campo de batalha entusiasmados, acreditando na vida e em nossos produtos. Pois tenha certeza, se nem você acredita, ninguém
mais vai acreditar.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/11/28 |

A crise dos símbolos.
Uma peculiaridade da crise financeira que os Estados Unidos, e em conseqüência
o mundo, encaram desde setembro é a capacidade da mesma em destruir símbolos.
Em primeiro lugar caíram tradicionais instituições financeiras,
cujo segurança e confiabilidade são palavras chave e agora as montadoras
de veículos Americanas estão à beira do abismo. Logo as montadoras
que juntamente com filmes de bang-bang, Estátua da Liberdade etc. São
símbolos máximos da maneira Americana de viver. Vale lembrar que
marcas e símbolos muitas vezes têm valor muito maior do que todo
patrimônio que as cerca.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/11/24 |

Inbev finaliza compra da cervejaria Anheuser-Busch
Segundo notícia publicada pelo "Portal EXAME"
A cervejaria belgo-brasileira InBev divulgou nesta terça-feira a finalização
da compra da norte-americana Anheuser-Busch por 52 bilhões de dólares.
Com a negócio, a empresa - cujo novo nome será Anheuser-Busch
InBev - passa a ser a maior produtora mundial de cerveja. À frente das
operações da companhia nos EUA, estará o presidente da
AmBev, o brasileiro Luiz Fernando Edmond.
O executivo-chefe da InBev, Carlos Brito, classificou a operação
como "uma transação histórica". O negócio
custará à empresa 70 dólares por ação. O
acordo foi aceito pelos acionistas da Anheuser-Busch - fabricante da Budweiser
- em 12 de novembro; dois dias depois ocorreu a autorização do
Departamento de Justiça dos EUA.
A InBev recorreu a um empréstimo de 45 bilhões de dólares,
mais um adicional de empréstimo-ponte de 9,8 bilhões de dólares
- que poderá ser convertido em emissão de ações
- para concluir o negócio. Os papéis do novo grupo serão
negociadas na Bolsa de Bruxelas, compondo mais de 200 marcas, como Stella Artois
e Becks, além da própria Budweiser.
Água no chope
Para aprovar a transação entre as duas cervejarias, o Ministério
de Comércio da China impôs restrições ao negócio,
como novos investimentos naquele país. A Inbev também propôs
um acordo com o governo americano em que se propunha a abrir mão da comercialização
da marca canadense Labatt nos EUA. Após a proposta, a transação
foi aprovada."
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/11/19 |

Oportunidades.
No último post eu havia tocado no assunto crise e como fatores como
ponto de vista e oportunidade podem afetar a mesma. Pensando nos públicos
deste portal, podemos analisar uma crise econômica, globalizada e com
retração de vendas da seguinte maneira:
• Muitos empresários têm dificuldade em reconhecer ações
de Relações Públicas, Comunicação Organizacional
e até Marketing como efetivas para o momento, isto é para fazer
caixa imediatamente e com menor custo possível.
• Os custos com uma equipe de vendas própria, são consideráveis,
e em um momento de crise podem ser questionados.
Diante de fatores como estes, entre outros, a figura de um mago, de um Representante
Comercial que consiga circular o estoque ao mesmo tempo em que trabalha, com
limitações, até a imagem da empresa no mercado, é
bem vinda. Representantes, acredito que podemos ver em uma crise muitas oportunidades.
Quanto aos profissionais de Marketing, como se trabalha normalmente com resultados
mensuráveis e próximos, existem também, boas oportunidades.
Já os profissionais de Comunicação Organizacional devem
em um momento como esse saber vender seu peixe. O empresário deve tomar
consciência de que uma imagem bem trabalhada pode salvar sua empresa de
uma morte súbita, tão comum em momentos de crise.
Portanto, podemos entender que em momentos de crise é que aparecem as
maiores oportunidades e todos podem tomar proveito da mesma.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/11/17 |

Crise? Que crise?
Diante das incertezas do mercado, a crise da indústria automobilística
Americana já apresentando reflexos e gerando demissões aqui no
Brasil, entre outros fatores... Nossos anúncios
de vagas e oportunidades na área comercial estão ótimos
e com novas inserções diárias. Neste ponto confirmamos
que o copo estar meio cheio ou meio vazio é uma questão de ponto
de vista e que em toda crise encontramos as maiores oportunidades. Portanto,
vamos aproveitar as oportunidades e quando falarem conosco de crise, vamos perguntar:
Crise? Que crise?
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/11/13 |

A maioria das empresas ainda é amadora em relação à Internet.
Apesar de muitos céticos ainda não acreditarem no valor e efetividade
da comunicação eletrônica e na própria Internet como
meio de comunicação, promoção e venda. Recentemente
foram divulgados números na casa de 45 % de crescimento publicitário
no setor em relação ao ano passado.
Eu tento ser imparcial e não lembrar que presto serviços na área
( www.rg10.net ), mas não
acho normal empresas de grande e médio porte divulgando seu E-mail com
qualquer terminação que não seja de seu próprio
domínio. Um belo exemplo seriam as empresas que anunciam em jornais ou
até mesmo pintam seus veículos com E-mails do tipo: "plásticos-da-mamae@yahoo.com.br"
ou "@gmail.com" ou mil outros... E assim vão aparecendo os
erros, um atrás do outro...
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/11/06 |

Grandes empresas, grandes negócios.
Está sendo anunciado como o maior negócio bancário da
história Brasileira, a compra do Unibanco pelo Itaú. Como resultado
temos um grande frenesi na bolsa de São Paulo e a valorização
das ações do Itaú. Vamos ver até aonde isso vai.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/11/03 |

Quem diria!
Até a Coca Cola um dos mais tradicionais anunciantes Brasileiros entrou
na onda das ações de marketing viral que utilizam o You Tube como
um de seus principais palcos.
Com a intenção de atingir o target jovem, a companhia criou uma
peça na qual um jovem faz uma perfuração na língua
para colocação de um piercing... Ao final do vídeo, em
close, aparece a marca Coca Zero na jóia.
Apesar de ainda não ter visto o filme, parece bem sacada a ação
e o tema. Se a intenção é atingir o público jovem
criando impacto, vivência, lembrança e simpatia pela marca, entre
outros, esta ação pode surtir mais efeito do que uma tradicional
veiculação comercial.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/10/27 |

A morte de Carlton.
A indústria de cigarros Souza Cruz vai acabar com uma de suas mais tradicionais
marcas, o Carlton. Mas ao que tudo indica esta ação faz parte de
uma estratégia da empresa que pretende adotar no Brasil uma de suas marcas
internacionais, o Dunhill.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/10/21 |

A matemática do Friboi
"Nenhuma empresa brasileira teve uma trajetória internacional tão
fulminante quanto o frigorífico JBS-Friboi. Desde que abriu o capital
na Bolsa de Valores de São Paulo, em março de 2007, a companhia
se transformou na maior máquina de aquisições do mundo
em seu setor. Apenas três meses depois da emissão de ações,
essa máquina fez seu primeiro — e drástico — movimento:
a compra da Swift americana, colosso que faturava 2,8 bilhões de dólares.
Em dezembro, o grupo entrou na Europa com a aquisição de 50% do
frigorífico italiano Inalca. Finalmente, em abril de 2008, o Friboi anunciou
a aquisição de mais três concorrentes, as americanas National
Beef e Smithfield Beef e a australiana Tasman. No processo, foram investidos
cerca de 3,5 bilhões de dólares. E o resultado é impressionante.
Em pouco mais de um ano, o que era o maior frigorífico do Brasil se tornou
a maior processadora de carne bovina do planeta. Somadas, as operações
do Friboi faturam hoje 25 bilhões de dólares, um crescimento de
espantosos 1 100% em relação aos 2 bilhões de dólares
de 2006. Surgiu, no entanto, um problema no caminho do Friboi — o mercado
não está gostando nada dessa pressa toda.
O principal motivo para o nariz torcido de boa parte dos analistas que acompanham
o setor é a constatação de que o crescimento fez do Friboi
uma empresa pior — ou seja, menos rentável. Quando abriu o capital,
o frigorífico só tinha operações no Brasil e na
Argentina e conseguia uma margem de lucro líquido de 1%. Ao fim da onda
de aquisições, a margem caiu para 5% negativos no segundo trimestre
de 2008. A conseqüência da perda de eficiência tem sido uma
severa punição por parte dos investidores. As ações
do Friboi se desvalorizaram cerca de 30% desde que a Swift foi comprada. A companhia,
que chegou a valer 14 bilhões de reais em 30 de maio deste ano, vale
hoje metade disso. Recentemente, a agência de classificação
de risco Moody’s ameaçou rebaixar o rating da dívida do
Friboi, o que, caso se concretize, pode elevar os custos financeiros da companhia.
“A rápida expansão coloca em xeque a eficiência do
JBS-Friboi”, diz Soummo Mukherjee, analista sênior da Moody’s.
“Essa estratégia lança dúvidas sobre sua capacidade
de gerar caixa e pagar as dívidas...”
Fonte: Portal Exame - Por: Denise Carvalho.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/10/07 |

PROCURA-SE: MÃO-DE-OBRA QUALIFICADA PARA CONSTRUIR O PAÍS.
Parte de uma matéria publicada na revista Época:
"Houve um tempo em que o maior desafio do Brasil era acabar com a inflação.
Quando ela finalmente foi derrotada, o desafio seguinte tornou-se reencontrar
a via do crescimento econômico, único meio para começar
o resgate da dívida social do país. Agora que o Brasil está
crescendo, a questão crucial é garantir que seja um crescimento
de longo prazo. É preciso atacar os fatores que atravancam a atividade
econômica, como as deficiências em infra-estrutura que ocasionaram
o apagão energético em 2001 e o apagão aéreo de
2007. Mas nenhum problema é mais premente que o apagão da mão-de-obra.
Tome-se o exemplo da Petrobras, a maior empresa do país. O maior gargalo
para seu crescimento não é falta de matéria-prima nem de
investimentos. “O principal obstáculo para nosso desenvolvimento
é a falta de jovens talentos”, afirma José Sérgio
Gabrielli, presidente da empresa. Segundo Gabrielli, a Petrobras e seus fornecedores
terão dificuldade para preencher 73 mil postos até o ano que vem.
São vagas em 722 especialidades, entre nível técnico e
de formação superior. “O apagão de mão-de-obra
é evidente”, diz Francisco Ramirez, diretor da empresa de recrutamento
de executivos ARC e professor do Ibmec-SP. “Tenho dificuldades de contratar
profissionais para vagas em engenharia, tecnologia da informação,
agroindústria, em várias áreas cruciais para o desenvolvimento
do país...”
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/09/30 |

Recebi hoje por E-mail, vejam:
Palestra de Brian Dyson (ex-presidente da Coca-Cola), em uma conferência
de uma universidade americana.
"Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com
cinco bolas que lançam ao ar. Essas bolas são: o trabalho, a família,
a saúde, os amigos e o espírito.
O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula
para cima.
Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão,
quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.
Entendam isto e busquem equilíbrio na vida. Como?
* Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas.
Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.
* Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante.
Só vocês estão em condições de escolher o
que é melhor para vocês.
* Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus corações.
Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
* Não deixem que a vida escorra entre os dedos por viverem no passado
ou no futuro. Se viverem um dia de cada vez, viverão todos os dias de
suas vidas.
* Não desistam quando ainda não são capazes de um esforço
a mais. Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.
* Não temam admitir que não são perfeitos. Não temam
enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.
* Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontrá-lo.
A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida
de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor
forma de manter o amor é dar-se asas.
* Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para
onde vão.
* Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É
um tesouro que se carrega facilmente.
* Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem
recuperar. A vida não é uma corrida, mas, sim, uma viagem que
deve ser desfrutada a cada passo.
Lembrem-se:
Ontem é história. Amanhã é mistério. E hoje
é uma dádiva, por isso se chama presente."
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/09/26 |

Posicionamento.
O marketing nos ensina a criar produtos e serviços para os quais exista
demanda e se possível para preencher um desejo não atendido, uma
lacuna de mercado. Para este tipo de produto não existe necessidade,
em princípio, de grandes investimentos em propaganda uma vez que irá
praticamente vender sozinho.
Quando a empresa anuncia uma vaga ou oportunidade de negócio deveria
pensar da mesma forma. Não adianta arrebanhar uma grande quantidade de
bons profissionais, e colocar na mão deles uma pasta, um produto que
está fora de posicionamento de mercado com preço e qualidade,
entre outros fatores, fora dos padrões de mercado e concorrência.
Somente com um posicionamento eficaz por parte da indústria ou distribuidora
poderá haver sobrevivência e desenvolvimento em um mercado hiper
competitivo como o que vivemos. O departamento de vendas faz até milagres,
mas a estratégia de Produto, Preço, Promoção e Praça
(4 P’s de marketing) deve estar devidamente alinhada com os objetivos
empresariais de crescimento e de onde a empresa quer chegar. Não adianta
termos uma ótima equipe de vendas se o estratégico é amador,
você com certeza não faria uma cirurgia com um amador sem formação,
mas muitos ainda querem administrar a empresa e sua estratégia desta
forma. Não adianta colocar toda a responsabilidade no departamento de
vendas, pois, na maioria das vezes a queda nas vendas é causada por um
problema de posicionamento de mercado.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/09/14 |

Sessenta mil empregos até 2012...
Apesar de ser a segunda maior mineradora do mundo e estar batendo recordes
históricos, a companhia Vale do Rio Doce anuncia e promove mudanças.
Segundo seu presidente Roger Agnelli, em reportagem publicada pelo Portal Exame,
as mudanças são necessárias para manter o crescimento em
um ritmo planejado. Entre estas mudanças estão incluídos
o remanejamento de executivos, contratações e outras ações
estratégicas. A companhia planeja criar 60.000 empregos até 2012.
Enviado por: Dennys E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008/09/05 |

Avon lança campanha milionária.
Enquanto em mercados emergentes como no Brasil a Avon cresce (somente no primeiro
trimestre deste ano foram 60%), em sua própria casa, os Estados Unidos,
a empresa registra queda nas vendas. Segundo pesquisas, esta queda se deve a
fraca identidade da marca. Para reverter este quadro a companhia está
investindo pesado em comunicação, tanto que fechou um contrato
com o ator Patrick Dempsey para vincular a imagem a sua nova colônia masculina
e somente no ano passado teria investido mais de 300 milhões de dólares
em marketing. E pensar que justamente no mercado em que as consultoras de venda
porta a porta têm seu gênese a Avon possa estar passando por uma
queda de popularidade e vendas.
Enviado por: Dennys M. C. Monteiro E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008-08-18 |

Rebolando para não ficar no prejuízo.
Com uma estratégia de comunicação baseada em mostrar graves acidentes causados por motoristas extremamente embriagados para defender a idéia de que uma ou duas cervejas podem causar acidentes, a Lei Seca parece que veio para ficar. Enquanto bares e restaurantes tentam combater diretamente a nova Lei, a Ambev que estrategicamente não pode se dar a este luxo, lança este mês o chope sem álcool para tentar amenizar os prejuízos e manter seu posicionamento de socialmente responsável.
Enviado por: Dennys M. C. Monteiro E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008-08-17 |

Quem são os maiores do
mundo?
Segundo reportagem publicada no jornal Folha de São
Paulo o Wal-Mart lidera pelo segundo ano consecutivo o ranking das 500 maiores
empresas do mundo, enquanto isso e devido à crise nos EUA, as instituições
financeiras e montadoras americanas estão perdendo espaço no
mercado.
Um belo exemplo é a gigante General Motors, que
caiu da 5 para 9 posição. Um dos motivos seria a de seus tradicionais
consumidores estarem optando por carros mais econômicos devido à
alta dos combustíveis. A Ford por sua vez perdeu uma posição
para a Japonesa Toyota.
Quem está acompanhando de perto o Wal-Mart são
as grandes companhias petrolíferas mundiais, talvez as únicas
beneficiadas com a recente alta no preço dos combustíveis.
Enviado por: Dennys M. C. Monteiro E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008-08-08 |

Guerrilha nas Olimpíadas.
O governo Chinês parece estar muito preocupado com uma tendência
cada vez mais forte nos grandes eventos esportivos, o chamado marketing de guerrilha.
Grandes grupos internacionais querem, e muitas vezes conseguem, divulgar e promover
suas marcas durante estes eventos sem gastar praticamente nada em comparação
ao valor das cotas oficiais de patrocínio.
Vale tudo para aproveitar a visibilidade e ainda vincular a marca a
um evento como as Olimpíadas. Justamente por estar ciente destes fatos,
o governo Chinês desenvolveu uma espécie de cartilha contra o chamado
Marketing de guerrilha: Outdoors em ruas, estradas, estações de
metrô e aeroportos próximos aos ginásios só podem
ser usados por empresas que pagaram as cotas de patrocínio; Torcedores
não podem entrar nos estádios com roupas, alimentos ou outros
objetos que tenham estampada marca de empresa não oficial, entre outros.
Estas medidas na realidade podem potencializar os efeitos de uma ação
bem orquestrada, caso alguma empresa consiga burlar toda esta fiscalização
os efeitos promocionais podem ser gigantescos, principalmente com consumidores
mais jovens.
Enviado por: Dennys M. C. Monteiro E-mail:
contato@rg9.org
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| Publicado em 2008-08-07 |



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